sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Sou o vento que percorre a terra!

Tal como o vento, minha vida corre rápido e se precipita rápido para o seu fim. Enrolada nos braços da ventania, minha mente divaga. Meu corpo cansado tenta não ficar rígido. Minhas mãos arranham os cordéis brutais da violência do vendaval. Enfrento com veemência a batalha que se me apresenta. Porque sairei vencida?

1 comentário:

miluramalho disse...

não é possível desisitir, há muito envolvido.