terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Queria tanto ter paz!

Espírito inquieto. Dor no peito. Esmagada como cana mastigada. Doida sim, enlouquecida por causa da futilidade a que fui reduzida. Peço ao Criador que não permita que o meu amor não se apague. Peço ao criador para resguardar as minhas faculdades mentais. Agradeço ao Criador todas as coisas que usufruo apesar da minha inutilidade. Quero sorrir e faço um sorriso rasgado mascarado de alegria. Ah como sinto falta de um lugar tranquilo para repousar, para respirar, para pensar em assuntos difíceis de digerir. A vida é dinâmica. As dificuldades quando não nos matam tornam-nos fortes. A sensação de medo e de estar sem chão é permanente. Olho de relance para eles e penso, como se sentirão? Talvez a dor esteja em todos disfarçada de luz. Queria tanto ver luz...

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