quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Tudo o que penso dá erro

A mulher que estava sentada no banco à sombra, no jardim sem cores por causa da falta de água, era muito bonita. Tinha uma expressão pensativa e divertida. Daria um lwei pelos pensamentos dela. Passou um jovem jogando a bola. Firmou nela seus olhinhos e perguntou: jogas comigo? Ao que ela respondeu: à bola não. Mas podemos jogar outro jogo. Qual? Outro que queiras. Fitou-a pensando. Não sei que jogo jogar. Não gosto de ter ideias. Nunca são boas.

Deram uma gargalhada em uníssono. Já somos dois disse a jovem. Tudo o que penso dá erro.

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