sábado, 10 de novembro de 2012

Angola constitui-se numa força com o qual o mundo pode contar

Angola constitui-se numa força com o qual o mundo pode contar


Angop
Nacionalista e deputado Mawete João Baptista
Nacionalista e deputado Mawete João Baptista

Luanda - Angola, após 37 anos de Independência, é um país apostado na promoção do homem, combate à fome e à pobreza e na sua colocação na arena internacional, sendo uma força com qual o mundo pode contar.
 
Esta posição foi defendida pelo nacionalista e deputado Mawete João Baptista, em declarações à Angop, no quadro do 37º aniversário da Independência Nacional que se assinala domingo.
 
"Estamos num país seguro com bases e instituições que defendem o bem-estar da população e a sobrevivência da nação, graças aos esforços daqueles que se bateram para que Angola fosse independente e reinasse a paz", afirmou.
 
Mawete João Baptista sublinhou, nesta perpectiva, a visão do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, que soube unir os angolanos desanvindos e construir uma pátria realmente una e indivisivél.
 
Referiu que qualquer força interna ou externa que tente dividir os angolanos encontrará a derrota porque eles (angolanos) estão compremetidos com a paz e o progresso socioeconómico, bem como apostados em defender cada vez mais a sua pátria.
 
"Temos um país forte, um povo determinado em acabar com a pobreza e dirigentes a trabalhar para distribuir melhor as riquezas nacionais", asseverou.
 
Noutra parte das suas declarações, Mawete João Baptista, interveniente directo na luta pela independência, disse que aqueles que viveram este facto histórico devem escrever livros para que os jovens tomem conhecimento sobre a realidade ligada à proclamação da independência.
 
Nesta linha de pensamento, defendeu também a promoção de conferência e debates sobre esta epopeia, no sentido dos mais velhos transmitirem estes conhecimentos aos jovens e enriquecer mais a história do país.
 
Mawete João Baptista é um dos principais intervenientes na luta pela liberdade, tendo actuado em Luanda. Por isso, guarda na memória o facto de ter sido ferido gravemente momentos antes da proclamação da Independência.
 
"Já depois de termos libertado Luanda, o presidente Agostinho Neto chamou-me para ir constatar o massacre que as tropas portuguesas estavam a efectuar contra a população na Avenida Brasil. O inimigo conhecendo-me como sendo um dos responsáveis das operações em Luanda mandou um blindado que me atingiu", conta.
 
Marcou-me ainda mais, prosseguiu, o facto de que, chegada a hora da proclamação da Independência, o presidente Agostinho Neto mandou pessoas irem a minha busca na cama do hospital para testemunhar e participar na festa da Independência no então Largo 1º de Maio."São factos e momentos inesquecivéis".

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