Angola garante apoio a Ramos-Horta para ajudar Guiné-Bissau a encontrar paz e estabilidade
Angola garante apoio a José Ramos-Horta, na
qualidade de representante da ONU na Guiné-Bissau, a ajudar este país a
"encontrar o caminho certo para a paz e a estabilidade".
A garantia foi expressa em Luanda pelo chefe da diplomacia
angolana, Georges Chicoti, que falou à margem da II Reunião de
Embaixadores de Angola, que hoje se iniciou na capital.
O antigo Presidente de Timor-Leste e Nobel da Paz, José Ramos-Horta, foi nomeado no início deste mês representante do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, onde deverá chegar em breve.
Ramos-Horta vai substituir o diplomata ruandês Joseph Mutaboba, que terminou o mandato no dia 31 de dezembro de 2012.
"Ramos-Horta tem referências bastante sólidas em matéria de resolver esse tipo de problemas, particularmente essa crise em que a Guiné-Bissau se encontra", disse o ministro angolano.
Georges Chicoti destacou ainda o consenso na Guiné-Bissau na importância da nomeação do ex-Presidente timorense.
"(As partes guineenses) veem nele, eventualmente, um veículo capaz de poder conduzir os guineenses a um consenso neste período de transição", frisou.
"Angola, juntamente com a comunidade internacional, estará ao seu lado para apoiá-lo naquilo que nos for solicitado. Portanto, nós vemos isso com bons olhos e encorajamos que ele possa ajudar os guineenses a encontrar o caminho certo para a paz e estabilidade", concluiu.
A II Reunião de Embaixadores, que termina na sexta-feira, visa projetar as linhas mestras para as ações da diplomacia angolana em 2013.
EL (MB) // VM.
Lusa/Fim
O antigo Presidente de Timor-Leste e Nobel da Paz, José Ramos-Horta, foi nomeado no início deste mês representante do secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, onde deverá chegar em breve.
Ramos-Horta vai substituir o diplomata ruandês Joseph Mutaboba, que terminou o mandato no dia 31 de dezembro de 2012.
"Ramos-Horta tem referências bastante sólidas em matéria de resolver esse tipo de problemas, particularmente essa crise em que a Guiné-Bissau se encontra", disse o ministro angolano.
Georges Chicoti destacou ainda o consenso na Guiné-Bissau na importância da nomeação do ex-Presidente timorense.
"(As partes guineenses) veem nele, eventualmente, um veículo capaz de poder conduzir os guineenses a um consenso neste período de transição", frisou.
"Angola, juntamente com a comunidade internacional, estará ao seu lado para apoiá-lo naquilo que nos for solicitado. Portanto, nós vemos isso com bons olhos e encorajamos que ele possa ajudar os guineenses a encontrar o caminho certo para a paz e estabilidade", concluiu.
A II Reunião de Embaixadores, que termina na sexta-feira, visa projetar as linhas mestras para as ações da diplomacia angolana em 2013.
EL (MB) // VM.
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