Ao ler as estórias do Lyh, contrasto raciocínios de simplicidade e felicidade com os meus sentimentos de frustração e de vida insatisfatória.
Cedo na vida, a responsabilidade perseguiu-me. Fui maltratada pela vida e pensei que não era amada por ninguém. Tudo porque era diferente. Por pouco saía albina...
O que pode levar alguém a parecer odiar tanto tanto, que cria complexos de rejeição jamais superados.
Hoje nada mudou, só o facto de que cresci, mas continuo chorando por dentro.........

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