quinta-feira, 28 de julho de 2011

Um grande amor que o tempo não apagou!

Fascinou-me o olhar castanho, profundo, sofrido e também zombeteiro. Apaixonei-me sem saber a razão. A paixão que sentia era agitada, louca, era paixão... Quando a paixão foi cedendo lugar a sentimentos mais racionais, minha mente, meu coração, tudo meu, já era teu.

O meu sonho nunca se concretizará, o meu amor tem nome, o nome do meu sonho. Com as pernas trémulas, com sentimentos ternos, acabrunhados,,  pelo afastamento permanente, fugi da minha realidade.

Passaram os dias, as semanas, os anos, o meu amor foi aumentado ao invés de decrescer. Que amor é esse, que não morre sem simbiose? Que paixão é essa que não apaga sem fogo?

Lembro-me dos teus beijos doces, apaixonados e quentes. Lembro-me do teu abraço terno, tão quente que parecia febril. Lembro-me ... Os meus olhos eram húmidos a cada toque teu. Eu te amo. Mas, o tempo, se encarrega de transportar o amor para lugares sem sentido por vezes...

2 comentários:

miluramalho disse...

Nunca sabemos o que está dentro de cada um de nós. Sabemos que tudo é suportável...

Ricardo Miñana disse...

El tiempo siempre nos guarda en el recuerdo los grandes amores.
que tengas una feliz semana.
un abrazo.