Aquilo que está em mim, de insanidade, solidão, amargura, medo e insegurança; faz mover minhas pernas segundo a segundo. Não sei como é que acordo e digo bom dia e durmo dizendo boa noite.
A tristeza que me invade é profunda, dói... Será que haverá dias em que sorrirei? Talvez. Que personalidade terei então? Absolutista, ambígua... desinteressada...
Somos moldados pelo sistema. A corrente familiar desintegrada é qual cadeia de motivações e censuras, daí, são poucos os que se sentem completos.
Se eu soubesse falar melhor, expressar melhor, se eu soubesse dizer que te amo... ou que tenho esperança...

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