quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Minha mente se irrequieta!

Procuro palavras para descrever as razões que me levam a procurar os caminhos da vingança. Procuro palavras que me levam a descrever o que vejo, o que sinto, de quem tenho saudade. Procuro palavras que me levam a percorrer o vento e a ouvir o som sibilante dum grito. Procuro palavras que estão aglutinadas em mim e querem ser escritas. 

As palavras são para ti meu amor. Não encontro o que dizer de modo mais adequado. As palavras são para ti. São para ti porque quero escrevê-las no teu peito, beijar cada letra, dizer que te amo muito. A que peito colarei estas palavras sentidas de amor.? 

Não tenho permissão para escrevê-las em ti. 

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