domingo, 11 de setembro de 2011

Presidente no meu bairro em S. Pedro!

Presidente da minha casa, enquanto nela viver. Desde jovem que me foram roubados os direitos. Foram-me entregues muitas obrigações. Jovenzinha, os meus medos eram relativos. A tristeza já residia em mim. Dava comigo, escrevendo minhas notas. Minhas notas estavam cheiinhas das coisas belas que eu enxergava.

O rio Longa, serpenteava enrolado a zona dos pequeniques. Suas águas cristalinas, levemente onduladas, inspiravam a pesquisa do local. A galinha guisada da tia Antonina era uma delícia. Até a batata cozida sabia bem. Eram tempos, em que, por causa da inocência, não havia mal em nada. Tenho saudade da inocência daqueles dias.

O inimigo da paz veio, membro da família e violentou com dor, todos os sonhos de paz para a vida. Quem sou eu?

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