sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Caminhos escuros iluminados pela esperança...

https://www.facebook.com/milu.ramalho/notesQuero saber definir a angústia que sinto no peito. Sentimento que me dá, profundo, doloroso, parece nunca desaparecer. Gostaria que todas as coisas voltassem ao normal mas não voltam. O sentido de humor e a alegria que sempre me definia há-de retornar, eu tenho esperança. Recordando alguns momentos de conversa com Paulo T. Jorge, o bastante para ficar esperançado porque ele era um homem de palavra. Não parecia uma pessoa do tempo contemporâneo. Sua visão das coisas era plena de justiça e ficava aborrecido com as delongas injustificadas. Sempre tinha uma anedota para contar e palavras animosas. Põe tudo isso para trás das costas. Liberta-te, vai passear... Há quanto tempo não apanhas sol? Fica tranquila, vou intervir novamente. Vou aproveitar a reunião do comité central para falar sobre o assunto. Água mole em terra dura tanto dá até que fura. Calma só. Bom tenho mais pessoas para atender. Depois falamos. Foi assim anos a fio, quase 30. Tenho saudade de Paulo, não pelo que me proporcionava, pela alegria que me transmitia.

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